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Relatório: A amplitude das exportações de produtos chineses ocupa a primeira posição, com uma disposição mais diversificada
China News Beijing, 10 de março (Repórter Liu Liang) Uma recente reportagem mostra que a China tem um desempenho destacado na amplitude do comércio, sendo líder em exportação de bens. Os mercados internacionais cobertos pelas exportações chinesas são mais globais do que os de qualquer outro país.
Esta conclusão vem do Relatório de Conectividade Global DHL 2026, divulgado conjuntamente pela DHL, empresa de logística alemã, e pela Escola de Negócios Stern da Universidade de Nova York, no dia 10. O relatório baseia-se em mais de 9 milhões de pontos de dados, rastreando as tendências globais de comércio, capital, informação e fluxo de pessoas.
O relatório indica que, para um país alcançar conectividade global, deve atender a duas condições: primeiro, ter um volume de fluxo internacional relativamente grande em relação ao seu tamanho econômico interno (conhecido como “profundidade”); segundo, que esses fluxos estejam amplamente distribuídos globalmente, e não concentrados em poucas regiões (conhecido como “amplitude”). O Índice de Conectividade Global DHL inclui quatro “pilares”, que avaliam a profundidade e a amplitude do comércio, capital, informação e fluxo de pessoas.
Os dados mostram que, à medida que as empresas chinesas expandem seus negócios no exterior, a China também se torna uma fonte importante de investimento estrangeiro direto em países parceiros. Nos últimos anos, o comércio e os investimentos verdes da China entre os países parceiros tornaram-se mais diversificados.
Além disso, segundo a tendência de globalização, o relatório afirma que, desde 2022, o nível de globalização permaneceu estável. A globalização é avaliada numa escala de 0% a 100% (0% indica ausência de fluxo transfronteiriço, 100% indica que fronteiras e distâncias não representam obstáculos). Os dados mostram que, em 2025, o nível de globalização será de 25%, igualando o recorde histórico de 2022.
O relatório também destaca que, com o nível de globalização em 25%, ainda há um longo caminho a percorrer para uma globalização completa. Em muitas áreas, sem restrições políticas, os fluxos internacionais poderiam ser ainda mais ampliados. (Fim)