O que amamos muitas vezes não é uma pessoa real, mas sim as nossas necessidades e imaginações internas. Projetamos expectativas idealizadas na outra pessoa, acreditando que ela pode satisfazer as nossas necessidades psicológicas, e quando a realidade não corresponde à projeção, o relacionamento passa por desilusão, ajuste ou ruptura.
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O que amamos muitas vezes não é uma pessoa real, mas sim as nossas necessidades e imaginações internas. Projetamos expectativas idealizadas na outra pessoa, acreditando que ela pode satisfazer as nossas necessidades psicológicas, e quando a realidade não corresponde à projeção, o relacionamento passa por desilusão, ajuste ou ruptura.