😂O primeiro escândalo do novo ano chegou: luta interna entre os fundadores da NEO torna-se pública, será que projetos descentralizados realmente são "descentralizados"?



No início do novo ano, o primeiro grande escândalo do mundo cripto não está muito tranquilo.
Em torno da NEO, dois fundadores — Da Hongfei e Zhang Zhengwen (Erik Zhang) — enfrentam questões relacionadas ao controle dos ativos da fundação e à transparência na governança, entrando oficialmente em evidência.
Isto não é uma simples "disputa de pessoal", mas uma luta típica pelo poder interno de um projeto descentralizado.
Vamos fazer uma breve revisão da NEO.
A NEO foi apelidada de "Ethereum chinês", sendo um dos primeiros projetos de blockchain pública, adotando um modelo de duplo token:
NEO representa governança e direitos, GAS é usado para pagar as taxas da rede.
Na narrativa inicial das blockchains públicas, a NEO ocupava uma posição bastante destacada.
E desta vez, a controvérsia ocorre exatamente na camada central de governança.
O foco do conflito é, na verdade, um só: quem controla os ativos, quem é responsável pela governança.
Zhang Zhengwen, em entrevista ao PANews, afirmou que retornará à mainnet da Neo, participando novamente da gestão completa, com o objetivo de "defender os direitos essenciais dos detentores de NEO/GAS".
Ao mesmo tempo, ele revelou a estrutura atual de governança e ativos da NEO.
De acordo com as informações divulgadas, a maior parte dos ativos NEO e GAS da Fundação Neo está na cadeia, podendo ser verificada, distribuída principalmente em 21 endereços de nós iniciais e em uma carteira multiassinatura, teoricamente permitindo auditoria em tempo real pela comunidade global.
Porém, o problema surgiu durante uma mudança de poder anterior.
Durante o período em que Da Hongfei pediu a Zhang Zhengwen que saísse da gestão da fundação, cerca de 8 milhões de NEO/GAS foram transferidos para vários endereços multiassinatura designados por Da Hongfei.
Essa operação se tornou o ponto central de disputa entre as partes, acusando-se mutuamente de "concentração de controle financeiro" e "falta de transparência".
Este escândalo não é apenas um problema da NEO.
Ele mais uma vez evidencia uma questão antiga:
Quando um projeto se autodenomina "descentralizado", mas seu núcleo de governança e controle de fundos ainda está concentrado nas mãos de poucos fundadores, onde está a verdadeira descentralização?
A transparência na cadeia não equivale a transparência na governança.
A existência de multiassinaturas também não significa que o poder esteja realmente disperso.
A luta entre os fundadores muitas vezes revela a estrutura de poder mais autêntica de uma blockchain pública.
O primeiro escândalo do ano pode não ser tão saboroso, mas tem um grande valor educativo.
Ele lembra a todos:
No mundo descentralizado, a tecnologia é apenas a base,
o que realmente decide o destino de um projeto muitas vezes é a luta entre pessoas, poder e regras.
Ainda não se sabe como a NEO terminará,
mas essa disputa entre fundadores já se tornou mais um caso clássico.
No primeiro dia do ano,
o ideal de descentralização é novamente trazido à realidade para uma reflexão.
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Qizhephyrvip
· 5h atrás
Felicidade repentina no Ano Novo 🤑
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Fengqingyang888vip
· 11h atrás
Recomendamos fortemente a moeda A2Z de emboscada
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