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Intocável: o navio de espionagem Liaowang-1 da China está a navegar em águas internacionais ao largo de Omã neste momento, aspirando dados em tempo real sobre cada porta-aviões, destróier, F-35 e site de radar dos EUA no Médio Oriente — e transmitindo-os diretamente para o Irão.
Os EUA veem isso. Os EUA sabem exatamente o que está a acontecer. E os EUA não conseguem tocar nele.
Porquê? Atirar num navio naval chinês e Pequim entra na guerra. A China orgulha-se de ter a maior marinha do mundo em número de cascos. Um movimento errado transforma uma luta regional numa guerra global.
Entretanto, o Irão acumula ataques que parecem impossíveis na teoria:
- Um radar THAAD de $300 milhões na Base Aérea Muwaffaq Salti na Jordânia — eliminado no início do conflito.
- Múltiplos radares AN/TPY-2 incapacitados, criando buracos na defesa de mísseis regional.
- Ataques de precisão no heliponto da Embaixada dos EUA dentro da Zona Verde ultra segura de Bagdade.
Sorte cega? De modo algum. A empresa chinesa de satélites MizarVision publica abertamente imagens das posições americanas. As transmissões russas fornecem o mesmo. As enormes cúpulas de radar e sensores do Liaowang-1 rastreiam assinaturas eletromagnéticas e movimentos ao longo de milhares de quilómetros, eliminando qualquer elemento de surpresa para as operações dos EUA.
O Irão não está a adivinhar coordenadas. Está a recebê-las ao vivo de duas superpotências enquanto navega sob a proteção de Pequim.
A China não precisa de disparar um tiro. Basta manter o navio na posição, e cada ativo americano torna-se um alvo à espera.
Os EUA estão a bombardear o Irão. Mas estão a jogar xadrez contra a China — e neste momento, o tabuleiro está inclinado. Intocável.
#GlobalOilPricesSurgePast$100