Acabei de ver que o Comando Sul dos Estados Unidos confirmou mais um ataque no Pacífico. Desta vez foi em 23 de janeiro, sob as ordens do secretário de Guerra Pete Hegseth. Dizem que foi contra um navio operado por organizações terroristas designadas que navegava por rotas de tráfico de drogas. O vídeo que circula nas redes mostra a explosão atingindo a embarcação no meio do oceano. Duas pessoas morreram no ataque e uma sobreviveu, segundo relatos.



O que é interessante é que isto faz parte de uma campanha mais ampla que começou no início de setembro. Donald Trump justificou esses ataques repetidamente como uma escalada necessária para conter o fluxo de drogas para os Estados Unidos. No final de dezembro, já tinham realizado 30 operações semelhantes contra presumíveis barcos de tráfico de drogas, com um saldo de 107 mortos desde o início da Operação Southern Spear.

O último ataque conhecido antes deste foi em 31 de dezembro, quando atacaram mais três barcos na mesma zona e morreram cinco pessoas. Agora, após esta nova operação de 23 de janeiro, ativaram o sistema de busca e resgate para o sobrevivente.

O que chama a atenção é como Trump escalou significativamente a presença militar na região do Pacífico, território estadounidense. Inclusive argumenta que os Estados Unidos estão sob conflito armado com os cartéis de drogas. Claro, tudo isso também coincide com a captura de Nicolás Maduro, que atualmente permanece detido em território estadounidense. Não é casualidade que tenham intensificado essas operações justamente antes disso.

Isto gerou bastante escrutínio entre legisladores americanos. De fato, as críticas têm aumentado desde o primeiro ataque em setembro, especialmente após o que aconteceu naquele primeiro bombardeio, onde morreram dois sobreviventes que se agarravam aos restos do navio.
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