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Recentemente, encontrei uma questão interessante: por que os países não imprimem dinheiro por si próprios, mas precisam de empréstimos de outros países? Parece estranho, mas na realidade é completamente diferente.
Primeiro, imagine o mundo como uma aldeia. Os EUA especializam-se na produção de tecnologia de defesa, a Rússia fabrica ferramentas, a China faz roupas, a Alemanha constrói automóveis, a França produz perfumes, e o Vietname cultiva arroz. Cada família quer viver bem, por isso precisa de comprar produtos de outras famílias — isto chama-se importação.
A questão é: com o que se paga? Inicialmente, era ouro, mas o ouro era pesado demais, difícil de dividir. Então, os EUA — o país mais rico, mais forte e mais poderoso da aldeia — declararam: a partir de agora, utilizem o dólar americano, que eu imprimo, e todos estarão garantidos pelo ouro. As pessoas confiaram e concordaram. Desde então, todo o comércio internacional usa o dólar.
Agora, a questão: os países podem imprimir dinheiro por si próprios? Teoricamente, sim, mas na prática, não. Porque, quando querem comprar produtos do exterior, os vendedores não aceitam o dinheiro que eles imprimem — só aceitam dólares. Portanto, se não tiverem dólares na carteira, precisam de pedir emprestado ou comprar a crédito.
Os países que exportam mais ganham mais dólares. Os trabalhadores no exterior enviam dinheiro de volta, o que também é uma fonte de divisas. O montante de dólares que um país possui chama-se reservas cambiais — um indicador muito importante, pois determina a capacidade de enfrentar crises económicas. A China tem atualmente a maior reserva, com 3,5 trilhões de dólares, o Japão tem 1,4 trilhão, e a Suíça, 1 trilhão.
Cada país tem o direito de imprimir dinheiro, mas esse direito pertence ao banco central — a entidade com esse poder. A maioria é controlada pelo governo, mas há exceções. O Federal Reserve dos EUA, por exemplo, não é totalmente controlado pelo governo americano.
Mas, imprimir dinheiro em excesso, qual é a consequência? Veja o caso do Zimbábue. Nos anos 1980, o Zimbábue era uma nação industrializada, rica, com muitos arranha-céus, e os países do Sudeste Asiático olhavam para ele com admiração. Mas, a partir do final de 1997, os veteranos de guerra fizeram protestos por pensões, e Mugabe — que tinha um mestrado em direito — decidiu resolver a situação imprimindo dinheiro.
O resultado? Quanto mais dinheiro imprimiam, mais os preços subiam. As pessoas usavam o dinheiro de manhã para comprar carros, à tarde só conseguiam comprar cuecas. Em 1980, 1 dólar americano valia 0,678 dólares do Zimbábue. Em 1997, valia 10 dólares. Em 2002, 1.000 dólares. Em 2006, 500.000 dólares. E, em 2008, a inflação atingiu 220.000%. Este número era tão grande que se tornou impossível de calcular.
As pessoas tinham que puxar carrinhos de bois carregados de dinheiro para comprar um pão. Essa é a consequência de imprimir dinheiro de forma descontrolada.
Por que os EUA podem imprimir mais dinheiro do que outros países? Porque o dólar é usado globalmente, e as consequências são suportadas pelo mundo. Os EUA imprimem dinheiro, gastando em defesa, despesas públicas, e as empresas americanas compram globalmente usando dólares recém-impressos. Outros países recebem esses dólares e os usam em outras transações, formando um fluxo de dólares. Isso chama-se política de afrouxamento quantitativo — uma forma sofisticada de imprimir dinheiro sem causar uma inflação excessiva.
No entanto, os EUA também não podem imprimir ilimitadamente. Se imprimirem demais, o dólar perderá valor rapidamente, causando uma inflação global, e até os EUA terão problemas. Assim, os EUA imprimem apenas dentro de um limite que a inflação mundial pode suportar.
Todos os países podem imprimir dinheiro por si próprios? Sim, mas o dinheiro que imprimem não será reconhecido no mercado internacional. Apenas o dólar — a moeda internacional mais forte — é aceito em todo o lado. Portanto, em vez de imprimir dinheiro inútil, os países optam por tomar empréstimos em dólares para manter a sua economia a funcionar normalmente.