Acabei de revisar algo interessante sobre Supermicro e o seu drama interno com o CFO. Charles Liang, o CEO da empresa, anunciou há pouco mais de um ano que iriam procurar um novo diretor financeiro de forma urgente. A razão: Ernst & Young tinha renunciado como auditor, o que gerou uma investigação especial. O resultado foi que não encontraram fraude, mas sim recomendaram várias mudanças, incluindo precisamente essa busca acelerada por um CFO.



Mas aqui está o curioso: 14 meses depois, David Weigand continua a ser o CFO. Sem movimento, sem atualizações públicas sobre a busca. Charles Liang e a sua equipa aparentemente não avançaram nada nesta questão.

O que isto reflete é brutal: a competição por talento financeiro experiente em Wall Street é feroz. Bons CFOs têm opções, e parece que a Supermicro não está a ser suficientemente atractiva para acelerar o processo. Ou simplesmente a procura ficou no esquecimento administrativo.

É um sintoma de algo maior na tecnologia: quando precisas de líderes financeiros com credibilidade e experiência, o mercado está tão apertado que os prazos que prometes não são os que cumpres. Charles Liang tinha razões legítimas para querer mudanças na sua estrutura financeira, mas a realidade da contratação de executivos é diferente do que se anuncia nas conferências.
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