As negociações entre os EUA e o Irã desta vez não tiveram sucesso! Tudo foi uma encenação!


Tóquio tem insistido na paz, mas os EUA e o Irã realmente não estão a avançar. O Irã quer negociar, mas não confia nos Estados Unidos — a Guarda Revolucionária está de olho, se forem enganados mais uma vez, o governo ficará ainda sem voz.
Vê como o Irã é astuto: na versão em inglês para o exterior, não menciona o enriquecimento de urânio, na versão em persa para o interior, escreve “é preciso insistir”. Por que abrir mão? Informação chegou — oito aviões de reabastecimento e bombardeiros de longo alcance já decolaram! A Guarda Revolucionária deu uma chance ao Trump, só por cortesia.
O resultado mais provável das negociações: um acordo mutilado. Os termos principais terão duas versões, uma para o interior e outra para o exterior, o Irã cumprirá um compromisso com a comunidade internacional, e depois voltará a fazer o que quiser em casa. Os EUA aliviarão as sanções, permitirão a passagem pelo Estreito de Hormuz, mas querer que Trump pague por isso? Sonho, se ele não cobrar, já é bom.
A segunda hipótese: as negociações fracassam, continuam as hostilidades, até uma crise humanitária.
A terceira (com 20% de probabilidade): uma grande reformulação interna no Irã, o governo realmente assume o controle, e as cooperações externas deixam de ser contraditórias. Agora, ao negociar com o Irã, o governo precisa consultar a Guarda Revolucionária — investimentos em metrô e trem-bala na China já foram prejudicados, será que aprenderam com a Índia, que chama de “cemitério de investimentos estrangeiros”?
O ponto crucial é o estado psicológico da Guarda Revolucionária: quanto mais temem, mais se tornam duros, até levando a população a “proteger o país” nas usinas elétricas — e não dispersam as manifestações. Isso é patriotismo? Não, é usar vidas humanas como moeda de troca.
Nos EUA também há divisão: a taxa de apoio real a Trump é de 47%, contra 51% de oposição; na guerra contra o Irã, 47% apoiam, 46% são contra. O Irã pode explorar essa situação para manipular a opinião pública.
Por fim, uma verdade: independentemente de as negociações terem sucesso ou fracassado, os países vizinhos já estão se preparando — Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã estão buscando alternativas, com oleodutos, ferrovias, usinas de energia e estações de dessalinização, já com capacidade pronta. Enquanto outros falam de guerra, os inteligentes planejam a reconstrução pós-conflito.
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