Resumindo, no final das contas, as questões macroeconômicas se resumem a você ter coragem ou não de aumentar sua posição. Quando as taxas de juros sobem, o dinheiro fica como se estivesse amarrado por uma corrente, e quando a preferência por risco diminui, a liquidez dos projetos menores desaparece rapidamente, como água sendo despejada em uma banheira. A maior parte do que sobra na carteira são as pessoas que sabem escapar rapidamente. Quando as taxas de juros relaxam um pouco, todo mundo começa a pensar "deixa eu apostar mais uma vez", mas eu agora prefiro ficar um pouco mais lento, pelo menos para não ser o último a pegar a conta.



Recentemente, aquela principal cadeia pública vai passar por uma atualização/manutenção, e o pessoal no grupo está especulando se o ecossistema vai migrar ou não. Eu, na verdade, acho que migrar ou não não é tão importante; o que importa são os dias antes e depois da atualização, se as pontes, as transições entre cadeias, os provedores de liquidez vão retirar ou não seus fundos, se o caminho do dinheiro fica mais limpo (ou mais sujo). O macro é o indicador de direção, a cadeia é a pegada, não basta ouvir as pessoas gritando, primeiro observe para onde as pegadas estão indo.
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