Nos últimos dias, todo mundo tem falado sobre paralelismo, sharding, o ambiente está bem animado, mas eu ainda prefiro devagar... Para ser honesto, por mais que a narrativa técnica seja nova, no final das contas, o que importa é se seus ativos podem ser retirados com segurança. Primeiro, eu verifico as permissões do contrato, quem tem a chave de atualização, se um botão de pausa de emergência para tudo de uma vez, a parte de ponte e cross-chain precisa ser analisada com calma, senão, se algo acontecer, só resta esperar o anúncio.



Além disso, algumas pessoas interpretam o fluxo de fundos de ETF, o risco de preferência de mercado de dólares e ações, e a variação do preço das moedas tudo junto, eu também olho um pouco o sentimento, mas não me atrevo a seguir o ritmo de corrida. Meu método é bem simples: primeiro, pensar bem na rota de saída, até onde posso retirar, quantas camadas de contrato preciso passar, quem pode mudar as regras na pior situação. Não tem problema ser um pouco mais lento, o importante é não acelerar até o ponto de ficar preso.
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