Há alguns dias, ao ver que aquela blockchain principal iria passar por uma atualização/manutenção, o pessoal no grupo estava especulando se o projeto iria migrar. Minha primeira reação foi: não se apresse em mover suas posições, primeiro pense bem em “como guardar a chave”. Quando o patrimônio não é grande, acho que uma carteira de hardware é suficiente, pelo menos isole a chave privada do celular e do computador; quando o volume aumenta, começar a usar assinatura única já dá um frio na barriga, múltiplas assinaturas, embora mais trabalhosas, podem eliminar acidentes de ponto único como “escorreguei/peguei um vírus/perdi a chave”. Quanto à recuperação social, vejo mais como uma solução de backup, adequada para quem realmente tem medo de perder o dispositivo, mas o pré-requisito é confiar nesses “amigos”, senão vira um risco social.



Eu mesmo já tive uma experiência típica de “não entendi, então não mexo”: certo dia, de repente apareceu uma mensagem de assinatura no carteira dizendo que era para “migrar para um novo contrato”, olhei por um tempo e não entendi exatamente o que estava migrando, de qualquer forma, fechei e fui dormir… No dia seguinte, descobri que alguém estava fazendo phishing para pegar o hotspot. Em resumo, segurança às vezes não depende tanto da tecnologia avançada, mas de não fazer operações complexas na hora mais barulhenta.
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