O objetivo deste artigo é aumentar a consciência sobre os esquemas mais comuns entre comunidades de trading peer to peer; consequentemente, isto irá ajudá-lo a identificar potenciais riscos e a minimizar a perda dos seus ativos.
Contexto
Vítimas-alvo deste esquema: comerciantes P2P (vítima A) e utilizadores individuais em plataformas descentralizadas (vítima B).
Como funciona este esquema:
Passo 1: O burlão aborda um comerciante (A) através dos seus anúncios de venda P2P numa exchange centralizada. Suponhamos que o negócio é equivalente a 400 USDT. A transação ficará em escrow.
Passo 2: O burlão publica um anúncio atrativo numa plataforma descentralizada, como grupos no Telegram, no valor exato de 400 USDT. Este anúncio será para um item, como um iPhone, que na realidade vale muito mais do que 400 USDT.
Passo 3: A vítima no grupo do Telegram (B) contacta o burlão para comprar o item, ou seja, o iPhone. O burlão fornecerá os dados da conta do comerciante P2P A à vítima B do grupo do Telegram.
Passo 4: B transfere o equivalente a 400 USDT em moeda fiduciária para a conta de A. A recebe o pagamento em fiat de B e liberta os 400 USDT para o endereço cripto do burlão.
Passo 5: O burlão elimina os contactos de ambas as vítimas. Quando B não recebe o iPhone, pode dirigir-se à polícia para apresentar uma queixa; e a única informação que consegue fornecer são os dados bancários da vítima A. O banco pode então proceder ao congelamento da conta bancária de A por um longo período de tempo.
Como reduzir o seu risco de trading e evitar ser vítima de fraude:
- Aceite e realize pagamentos estritamente a partir/para a mesma conta e método de pagamento que a sua contraparte forneceu na Gate.
- Negocie primeiro um valor pequeno para testar a fiabilidade da contraparte.
- Solicite mais informações sobre a sua contraparte de trading.
- Escolha uma contraparte que tenha boas avaliações na plataforma.
- Contacte imediatamente a Equipa de Apoio ao Cliente se a sua negociação não decorrer como esperado.
