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Cinco gráficos para te ajudar a perceber: para onde foi o mercado após cada tempestade de políticas?
Resumo: O guião familiar está de volta – será que, desta vez, o peso da regulação antecipa uma queda iminente, ou marca o início de mais um ciclo de “más notícias totalmente absorvidas”? Vamos analisar cinco momentos-chave de políticas para perceber o rumo após a tempestade. Autores: Viee, Amelia, Denise | Equipa de Conteúdo Biteye
Recentemente, sete grandes associações financeiras da China continental emitiram um novo alerta de risco, apontando diretamente para stablecoins, RWA e várias “moedas de ar” e outros ativos virtuais. Apesar de o Bitcoin não ter registado grandes oscilações, o arrefecimento do sentimento de mercado, a diminuição dos saldos das contas e o desconto do USDT no mercado paralelo trouxeram à memória cenas de anteriores apertos regulatórios.
Desde 2013, a regulação sobre o setor cripto na China continental já conta doze anos. A cada intervenção política, o mercado responde. Este artigo segue a linha temporal para rever as reações do mercado a estes momentos críticos, procurando responder: após a implementação das medidas, o mercado cripto cai na letargia, ou prepara-se para um novo arranque?
1️⃣2013: O Bitcoin é definido como “bem virtual”
A 5 de dezembro de 2013, o Banco Popular da China e outros cinco ministérios publicam o “Aviso sobre a Prevenção de Riscos do Bitcoin”, clarificando pela primeira vez o estatuto do Bitcoin como um “bem virtual específico”, sem curso legal, não considerado moeda. Ao mesmo tempo, proíbem bancos e instituições de pagamento de prestarem serviços a transações de Bitcoin.
O anúncio surge logo após o Bitcoin atingir um recorde de cerca de 1130 dólares no final de novembro. No início de dezembro, o preço ainda oscilava entre 900–1000 dólares, mas poucos dias após a publicação, o mercado começou a esfriar rapidamente. Em dezembro, o preço de fecho caiu para cerca de 755 dólares, uma descida de quase 30% no mês.
Nos meses seguintes, o Bitcoin ficou preso num intervalo descendente, negociando entre 400–600 dólares, marcando o fim do bull market de 2013. O preço só voltaria a ultrapassar 400 dólares no final de 2015.
A primeira vaga regulatória apagou a chama inicial de entusiasmo e abriu a longa disputa entre “política e mercado”.
2️⃣2017: Proibição de ICOs e “grande migração” das exchanges
2017 foi um ano de euforia para o mercado cripto e de forte intervenção regulatória. A 4 de setembro, sete ministérios publicam o “Aviso sobre a Prevenção de Riscos de Financiamento por Ofertas de Tokens”, classificando as ICOs como financiamento ilegal e ordenando o encerramento total das exchanges no país. Nessa data, o Bitcoin fechou perto dos 4300 dólares, mas uma semana depois caiu até aos 3000 dólares.
Apesar de a regulação ter cortado rapidamente a liderança das exchanges nacionais, não conseguiu abalar o bull market global. A atividade de trading migrou para Singapura, Japão, Coreia, entre outros, e após uma limpeza, o Bitcoin acelerou a recuperação: em dezembro de 2017, três meses depois, fechava já nos 19665 dólares.
A segunda vaga regulatória provocou um choque de curto prazo, mas impulsionou a expansão global.
3️⃣2019: Fiscalização local direcionada
A partir de novembro de 2019, Pequim, Xangai, Cantão e outras regiões começaram a inspecionar atividades relacionadas com criptomoedas, mudando para uma “fiscalização local direcionada” sem aliviar a pressão. Nesse mês, o Bitcoin caiu de mais de 9000 para cerca de 7700 dólares e o sentimento de mercado abateu-se.
A verdadeira inversão de tendência, porém, deu-se no ano seguinte. Em 2020, com a expectativa de halving e liquidez global em expansão, o Bitcoin iniciou uma tendência de alta dos 7000 para mais de 20000 dólares, dando início ao bull market épico de 2020–2021.
De certa forma, a terceira vaga regulatória preparou o terreno para a subida seguinte.
4️⃣2021: Bloqueio total, corte de energia nas minas
Em 2021, a regulação atingiu o auge. Dois eventos marcaram profundamente o mercado global. Em maio, o Conselho de Estado anunciou medidas claras para “reprimir a mineração e trading de Bitcoin”. Províncias como Mongólia Interior, Xinjiang e Sichuan implementaram políticas de encerramento, levando a um “apagão” nacional dos mineradores. Em 24 de setembro, dez ministérios, incluindo o banco central, publicaram o “Aviso sobre a Prevenção de Riscos do Trading Especulativo de Moedas Virtuais”, declarando oficialmente todas as atividades relacionadas como ilegais.
Em maio, o Bitcoin caiu de 50000 para 35000 dólares. Entre junho e julho, consolidou entre 30000–40000, com o sentimento no fundo, até reagir em agosto e, impulsionado por otimismo global, atingir um novo máximo histórico perto de 68000 dólares em novembro.
Na quarta vaga regulatória, as políticas delimitaram o terreno, mas não impediram a redistribuição global do poder de cálculo e do capital.
5️⃣2025: A inversão das expectativas – do “ensaio de inovação” ao “aperto total”
A narrativa regulatória de 2025 é marcada por reviravoltas dramáticas. No primeiro semestre, sinais de “degelo” deram ao mercado um otimismo cauteloso: desde debates sobre o quadro legal para stablecoins em Hong Kong até à tokenização das “uvas de Malu” nos subúrbios de Xangai, o mercado discutia possíveis “caminhos de conformidade” e um “modelo chinês”.
No final do ano, o vento mudou abruptamente. A 5 de dezembro, sete grandes associações financeiras emitem um alerta de risco com mensagens claras:
A grande novidade desta vez: além de reafirmar a ilegalidade do trading, o alerta abrange também os sectores mais quentes (stablecoins, RWA) e a promoção.
E agora, o que fará o mercado? Ao contrário de antes, os capitais chineses já não dominam. ETFs de Wall Street e posições institucionais são agora a força principal. O desconto no USDT mostra que muitos estão a sair rapidamente para moeda fiat.
6️⃣ Vozes de mercado: opiniões dos KOLs
O jornalista Colin Wu (@colinwu) alerta para o comportamento das CEX: o verdadeiro barómetro será ver se restringem IPs chinesos, registos KYC e funções C2C.
O fundador da XHunt, @defiteddy2020, compara a China continental e Hong Kong, concluindo que as políticas refletem abordagens e posicionamentos de mercado diferentes.
O cofundador da Solv Protocol, @myanTokenGeek, acredita que esta vaga pode ter dois efeitos: acelerar a saída de utilizadores e projetos, e ressuscitar canais cinzentos subterrâneos.
O advogado Honglin Liu (@Honglin_lawyer), da Shanghai Mankun Law Firm, salienta que muitos projetos RWA não são conformes, usando rótulos de conformidade para angariar fundos e manipular preços, equiparando-os a fraudes. Para equipas sérias, “ir para o estrangeiro” é a única solução.
O OG cripto @Bitwux diz que isto é apenas uma confirmação do que a indústria já sabia, com impacto limitado. O objetivo é frisar novamente velhos alertas e evitar que canais cinzentos se expandam.
O trader independente @xtony1314 aponta que, desta vez, a polícia está envolvida e pode haver ações de execução e restrições às plataformas – o que pode desencadear uma “fuga ativa e efeito dominó”.
O trader independente @Meta8Mate observa que, sempre que um conceito aquece, surge um alerta de risco: em 2017 foi o ICO, em 2021 a mineração, agora as stablecoins e RWA.
7️⃣ Conclusão: a tempestade nunca travou a direção da maré, apenas alterou o rumo da viagem
Olhando para estes doze anos, vemos uma lógica evolutiva clara:
A conclusão central: o binómio “defesa rígida no Oriente” e “definição de preço no Ocidente” pode tornar-se o novo normal do mundo cripto.
* Fonte dos dados: plataformas públicas. Conteúdo apenas para partilha de informação, não constitui promoção ou recomendação de qualquer token. Os leitores devem cumprir rigorosamente as leis e regulamentos locais e não participar em atividades financeiras ilegais.