Capítulo 1: A Operação Agente Riley Kane ajustou o colete tático, o coração a pulsar sob as luzes de patrulha de fronteira. El Paso, Texas—berço de cruzamentos ilegais. A reeleição do Presidente Trump tinha impulsionado as operações do ICE: deportações em massa, tolerância zero. Riley liderou a operação numa casa suspeita de contrabando, sua equipa invadindo as portas com fúria treinada. Dentro, caos. Famílias dispersas, papéis voando. Então ela viu-o: Marco Reyes, ajoelhado com as mãos no ar, olhos escuros desafiadores. Mandíbula marcada, braços tatuados tencionando contra uma t-shirt desbotada. Ilegal, segundo informações—cinco anos nas sombras, trabalhando na construção civil. “De pé,” ela ordenou, colocando as algemas nele. O olhar dele fixo no dela, inflexível. “Estás a destruir vidas por uma insígnia.” O calor subiu às suas bochechas—não de raiva. Algo elétrico. Na triagem, o seu ficheiro revelou mais: artista, pai solteiro de uma criança nascida nos EUA. Riley hesitou, assinando a ordem de deportação. Dever primeiro. Sempre. Capítulo 2: Interrogatório à Meia-Noite Marco sentou-se na cela de retenção, olhando para o cimento. A deportação aproximava-se—de volta ao México dominado pelo cartel, abandonando o filho. Passos ecoaram. Agente Kane novamente, com café na mão. “Não consegues dormir?” perguntou, deslizando a chávena pela ranhura. Ele sorriu de lado. “Sonhando com liberdade. E tu?” Ela encostou-se às grades, o uniforme ajustando-se às curvas. “Pesadelos com papelada.” A conversa fluiu—os murais dele em becos escondidos, a sua ascensão de criança de rancho no Texas à elite do ICE. Uma risada escapou, proibida. As mãos deles tocaram-se. Faíscas. “Isto está errado,” ela sussurrou. “Então por que parece certo?” a voz de Marco baixou, puxando-a mais perto das grades
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CE Bound: Hearts on the Line
Capítulo 1: A Operação
Agente Riley Kane ajustou o colete tático, o coração a pulsar sob as luzes de patrulha de fronteira. El Paso, Texas—berço de cruzamentos ilegais. A reeleição do Presidente Trump tinha impulsionado as operações do ICE: deportações em massa, tolerância zero. Riley liderou a operação numa casa suspeita de contrabando, sua equipa invadindo as portas com fúria treinada.
Dentro, caos. Famílias dispersas, papéis voando. Então ela viu-o: Marco Reyes, ajoelhado com as mãos no ar, olhos escuros desafiadores. Mandíbula marcada, braços tatuados tencionando contra uma t-shirt desbotada. Ilegal, segundo informações—cinco anos nas sombras, trabalhando na construção civil. “De pé,” ela ordenou, colocando as algemas nele.
O olhar dele fixo no dela, inflexível. “Estás a destruir vidas por uma insígnia.” O calor subiu às suas bochechas—não de raiva. Algo elétrico.
Na triagem, o seu ficheiro revelou mais: artista, pai solteiro de uma criança nascida nos EUA. Riley hesitou, assinando a ordem de deportação. Dever primeiro. Sempre.
Capítulo 2: Interrogatório à Meia-Noite
Marco sentou-se na cela de retenção, olhando para o cimento. A deportação aproximava-se—de volta ao México dominado pelo cartel, abandonando o filho. Passos ecoaram. Agente Kane novamente, com café na mão.
“Não consegues dormir?” perguntou, deslizando a chávena pela ranhura.
Ele sorriu de lado. “Sonhando com liberdade. E tu?”
Ela encostou-se às grades, o uniforme ajustando-se às curvas. “Pesadelos com papelada.” A conversa fluiu—os murais dele em becos escondidos, a sua ascensão de criança de rancho no Texas à elite do ICE. Uma risada escapou, proibida.
As mãos deles tocaram-se. Faíscas. “Isto está errado,” ela sussurrou.
“Então por que parece certo?” a voz de Marco baixou, puxando-a mais perto das grades