A maior bolsa de derivados financeiros do mundo, a CME Group, anunciou que, a 9 de fevereiro, lançou oficialmente contratos futuros de Cardano (ADA), Chainlink (LINK) e Stellar (XLM).
De acordo com informações no site da CME, cada um desses futuros de tokens inclui contratos de especificação padrão e micro, para atender às diferentes necessidades de investidores com diferentes volumes de capital.
Implementação do produto: especificações dos contratos e contexto de mercado
Desde o lançamento pioneiro de futuros de Bitcoin em 2017, a CME tem sido a principal ponte para instituições financeiras tradicionais entrarem no setor de criptomoedas. A adição desses três novos futuros de tokens marca a expansão da linha de produtos de criptomoedas, que inicialmente abrangia Bitcoin e Ethereum, para um espectro mais amplo de altcoins mainstream.
Segundo as regras divulgadas no site da CME, os contratos futuros lançados desta vez foram projetados para oferecer flexibilidade e profissionalismo:
Cardano (ADA): contrato padrão de 100.000 ADA, contrato micro de 10.000 ADA.
Chainlink (LINK): contrato padrão de 5.000 LINK, contrato micro de 250 LINK.
Stellar Lumens (XLM): contrato padrão de 250.000 XLM, contrato micro de 12.500 XLM.
Giovanni Vicioso, diretor global de produtos de criptomoedas da CME, afirmou em comunicado oficial que o crescimento significativo do mercado de criptomoedas no último ano levou os clientes a buscarem produtos confiáveis e regulados para gerenciar riscos de preço.
Reconhecimento do mercado: de margens a marco principal
A escolha da CME de lançar contratos futuros de determinados ativos não é aleatória. Isso equivale a uma “certificação de aceitação mainstream” para esses ativos digitais.
Ao revisitar a história, Bitcoin e Ethereum, após o lançamento de futuros na CME, tiveram caminhos mais claros em termos de liquidez de mercado, participação de instituições e aprovação de ETFs de mercado à vista. A seleção de ADA, LINK e XLM também se baseia em fundamentos sólidos de mercado.
Essas três moedas estão entre as 20 maiores por valor de mercado, desempenhando papéis importantes em seus respectivos setores (como plataformas de contratos inteligentes, oráculos descentralizados e pagamentos transfronteiriços). Possuem comunidades amplas, desenvolvimento contínuo e casos de uso reais.
A criação do mercado de futuros trará mecanismos de precificação mais maduros e diversificados, além de ferramentas de gestão de risco, reduzindo a volatilidade de preços e atraindo fundos institucionais mais conservadores que anteriormente evitavam o mercado devido à sua estrutura ainda em desenvolvimento.
Participação na transformação: novas ferramentas para instituições e investidores individuais
Outro destaque do lançamento dos futuros na CME é o seu design de “contratos duplos: padrão + micro”. Essa abordagem captura duas necessidades principais do mercado atual.
Para fundos de hedge, escritórios familiares e investidores institucionais, os contratos padrão oferecem canais eficientes e regulados para hedge de riscos e alocação de ativos, operando dentro do quadro regulatório da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (CFTC), atendendo a requisitos internos de conformidade e gestão de risco.
Para traders profissionais com menor volume de capital e investidores experientes, os contratos micro reduzem significativamente a barreira de entrada, permitindo que participem com posições mais precisas e utilizem estratégias complexas, como arbitragem e trading de spread, com esses ativos principais.
Esse modelo de camadas reflete a maturidade crescente da estrutura de participantes do mercado de criptomoedas.
Tendências do setor: sinal de avanço na conformidade regulatória
A expansão da CME pode ser vista como mais um sinal claro de que os ativos digitais estão acelerando sua integração no sistema financeiro global. A lógica por trás disso é a combinação da demanda do mercado com a evolução regulatória.
Dados indicam que, em 2025, o volume médio diário de negociações de futuros e opções de criptomoedas na CME atingiu um recorde de 278.300 contratos, com valor nominal de aproximadamente 12 bilhões de dólares. O aumento no volume impulsiona diretamente a diversificação de produtos da bolsa.
Mais importante, em um cenário de regulamentação ainda incerta, a entrada da CME, que já opera sob os quadros da SEC e CFTC, representa a via preferencial para fundos institucionais, com menor resistência.
Isso aponta para o caminho de outros mercados regulados e para a inovação em produtos financeiros. Pode-se prever que, no futuro, haverá mais pedidos de derivativos regulados, produtos estruturados e ETFs de mercado à vista relacionados a essas principais moedas.
Resumo
Em 2025, o volume médio diário de contratos de derivativos de criptomoedas na CME ultrapassou 278 mil contratos, com crescimento significativo em relação ao ano anterior. Na plataforma Gate, até 10 de fevereiro, o preço à vista do ADA estava próximo de 0,94 dólares, o LINK em torno de 29,65 dólares e o XLM em cerca de 0,31 dólares, refletindo uma reação positiva do mercado aos novos derivados lançados.
Essa introdução dos futuros não é apenas um marco para essas três moedas, mas também um símbolo de que o setor de ativos digitais está recebendo maior suporte de infraestrutura financeira. De uma dominância do Bitcoin a uma diversificação de moedas principais “chegando ao mercado”, o setor de criptomoedas está avançando com passos mais firmes na construção de um sistema financeiro para o futuro.
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CME lança futuros de ADA, LINK e XLM: o mercado de derivados das principais criptomoedas passa por uma expansão importante
A maior bolsa de derivados financeiros do mundo, a CME Group, anunciou que, a 9 de fevereiro, lançou oficialmente contratos futuros de Cardano (ADA), Chainlink (LINK) e Stellar (XLM).
De acordo com informações no site da CME, cada um desses futuros de tokens inclui contratos de especificação padrão e micro, para atender às diferentes necessidades de investidores com diferentes volumes de capital.
Implementação do produto: especificações dos contratos e contexto de mercado
Desde o lançamento pioneiro de futuros de Bitcoin em 2017, a CME tem sido a principal ponte para instituições financeiras tradicionais entrarem no setor de criptomoedas. A adição desses três novos futuros de tokens marca a expansão da linha de produtos de criptomoedas, que inicialmente abrangia Bitcoin e Ethereum, para um espectro mais amplo de altcoins mainstream.
Segundo as regras divulgadas no site da CME, os contratos futuros lançados desta vez foram projetados para oferecer flexibilidade e profissionalismo:
Giovanni Vicioso, diretor global de produtos de criptomoedas da CME, afirmou em comunicado oficial que o crescimento significativo do mercado de criptomoedas no último ano levou os clientes a buscarem produtos confiáveis e regulados para gerenciar riscos de preço.
Reconhecimento do mercado: de margens a marco principal
A escolha da CME de lançar contratos futuros de determinados ativos não é aleatória. Isso equivale a uma “certificação de aceitação mainstream” para esses ativos digitais.
Ao revisitar a história, Bitcoin e Ethereum, após o lançamento de futuros na CME, tiveram caminhos mais claros em termos de liquidez de mercado, participação de instituições e aprovação de ETFs de mercado à vista. A seleção de ADA, LINK e XLM também se baseia em fundamentos sólidos de mercado.
Essas três moedas estão entre as 20 maiores por valor de mercado, desempenhando papéis importantes em seus respectivos setores (como plataformas de contratos inteligentes, oráculos descentralizados e pagamentos transfronteiriços). Possuem comunidades amplas, desenvolvimento contínuo e casos de uso reais.
A criação do mercado de futuros trará mecanismos de precificação mais maduros e diversificados, além de ferramentas de gestão de risco, reduzindo a volatilidade de preços e atraindo fundos institucionais mais conservadores que anteriormente evitavam o mercado devido à sua estrutura ainda em desenvolvimento.
Participação na transformação: novas ferramentas para instituições e investidores individuais
Outro destaque do lançamento dos futuros na CME é o seu design de “contratos duplos: padrão + micro”. Essa abordagem captura duas necessidades principais do mercado atual.
Para fundos de hedge, escritórios familiares e investidores institucionais, os contratos padrão oferecem canais eficientes e regulados para hedge de riscos e alocação de ativos, operando dentro do quadro regulatório da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (CFTC), atendendo a requisitos internos de conformidade e gestão de risco.
Para traders profissionais com menor volume de capital e investidores experientes, os contratos micro reduzem significativamente a barreira de entrada, permitindo que participem com posições mais precisas e utilizem estratégias complexas, como arbitragem e trading de spread, com esses ativos principais.
Esse modelo de camadas reflete a maturidade crescente da estrutura de participantes do mercado de criptomoedas.
Tendências do setor: sinal de avanço na conformidade regulatória
A expansão da CME pode ser vista como mais um sinal claro de que os ativos digitais estão acelerando sua integração no sistema financeiro global. A lógica por trás disso é a combinação da demanda do mercado com a evolução regulatória.
Dados indicam que, em 2025, o volume médio diário de negociações de futuros e opções de criptomoedas na CME atingiu um recorde de 278.300 contratos, com valor nominal de aproximadamente 12 bilhões de dólares. O aumento no volume impulsiona diretamente a diversificação de produtos da bolsa.
Mais importante, em um cenário de regulamentação ainda incerta, a entrada da CME, que já opera sob os quadros da SEC e CFTC, representa a via preferencial para fundos institucionais, com menor resistência.
Isso aponta para o caminho de outros mercados regulados e para a inovação em produtos financeiros. Pode-se prever que, no futuro, haverá mais pedidos de derivativos regulados, produtos estruturados e ETFs de mercado à vista relacionados a essas principais moedas.
Resumo
Em 2025, o volume médio diário de contratos de derivativos de criptomoedas na CME ultrapassou 278 mil contratos, com crescimento significativo em relação ao ano anterior. Na plataforma Gate, até 10 de fevereiro, o preço à vista do ADA estava próximo de 0,94 dólares, o LINK em torno de 29,65 dólares e o XLM em cerca de 0,31 dólares, refletindo uma reação positiva do mercado aos novos derivados lançados.
Essa introdução dos futuros não é apenas um marco para essas três moedas, mas também um símbolo de que o setor de ativos digitais está recebendo maior suporte de infraestrutura financeira. De uma dominância do Bitcoin a uma diversificação de moedas principais “chegando ao mercado”, o setor de criptomoedas está avançando com passos mais firmes na construção de um sistema financeiro para o futuro.