O mercado de criptomoedas passou recentemente por uma rodada de ajuste evidente, com as principais moedas apresentando desempenho fraco de forma geral. O BTC caiu brevemente abaixo do marco de 60.000 dólares na manhã de 6 de fevereiro e, até 10 de fevereiro, permaneceu consolidado próximo de 69.000 dólares.
Os investidores começaram a buscar novas oportunidades de rendimento além do comércio tradicional à vista.
Ao mesmo tempo, as empresas de mineração de Bitcoin estão acelerando sua transformação para centros de dados de computação de alto desempenho, prevendo-se que, até o final de 2026, a proporção de receita de mineração dessas empresas transformadas caia para abaixo de 20%. Nesse contexto, uma nova modalidade chamada “Mineração Plasma” começa a ganhar espaço no mercado.
Estado atual do mercado: os desafios enfrentados pelos caminhos tradicionais de rendimento
A estrutura do mercado está passando por mudanças fundamentais. O relatório da CoinShares aponta que as empresas de mineração de Bitcoin estão acelerando sua transição para centros de dados de alta rentabilidade de computação de alto desempenho.
Ao mesmo tempo, os investimentos de capital de risco (VC) também apresentam uma tendência de concentração de grandes volumes, com recursos direcionados a poucos projetos de destaque. Nesse ambiente de mercado, os retornos das estratégias tradicionais de mineração e negociação estão sob pressão, levando os investidores a buscar novas fontes de rendimento.
Rede Plasma: uma nova blockchain criada especificamente para stablecoins
Plasma é uma blockchain Layer 1 projetada especificamente para transações de stablecoins, cujo valor central inclui transferências de USDT sem taxas, tokens de gás personalizáveis e suporte a pagamentos com privacidade.
Essa proposta visa diretamente o vasto mercado de stablecoins, que atualmente ultrapassa uma oferta total de 310 bilhões de dólares, com um volume de transações mensal atingindo trilhões de dólares.
Ao contrário das blockchains tradicionais, o design do Plasma é mais focado em casos de uso específicos. Essa especialização confere vantagens naturais em aplicações relacionadas a stablecoins, além de fornecer uma infraestrutura única para atividades de “mineração” baseadas em sua rede.
Diferenças essenciais entre mineração Plasma e mineração tradicional
A mineração Plasma não é uma competição de hardware baseada no mecanismo de prova de trabalho tradicional. Ela se assemelha mais a um sistema de recompensa por fornecimento de liquidez e contribuição para o ecossistema.
O token nativo do Plasma, XPL, foi lançado oficialmente em 26 de setembro de 2025, com uma oferta total fixa de 10 bilhões de unidades.
Os usuários podem obter recompensas em XPL ao fornecer liquidez, participar na construção do ecossistema, entre outras atividades. Esse modelo é mais alinhado com a lógica de desenvolvimento de projetos de criptomoedas modernos.
O protocolo DeFi Pendle, que opera na rede Plasma, já possui um valor total bloqueado (TVL) superior a 440 milhões de dólares, demonstrando o apelo da rede para provedores de liquidez. Essa abordagem, que recompensa por fornecer liquidez em vez de consumir muita energia, reduz a barreira de entrada para usuários comuns participarem da “mineração”.
Oportunidades de rendimento: além de recompensas em tokens
As oportunidades de rendimento na ecologia Plasma são múltiplas. O token XPL em si representa um potencial ativo de investimento, atualmente cotado em cerca de 0,1354 dólares.
Investidores podem obter recompensas em XPL ao fornecer liquidez, além de participarem na divisão de taxas de transação. Projetos DeFi dentro do ecossistema aumentam ainda mais o potencial de composição de rendimentos.
A ênfase do Plasma em stablecoins oferece aos usuários oportunidades de rendimento únicas. Seu principal cofre, PlasmaUSD, permite que os usuários depositem fundos em protocolos de empréstimo de alta qualidade, como Aave, para gerar rendimentos.
Essas oportunidades de rendimento são mais diversificadas do que a mineração tradicional e estão mais alinhadas com a tendência de a indústria de criptomoedas evoluir para aplicações práticas.
Riscos e considerações: a incerteza por trás dos rendimentos
Embora a mineração Plasma ofereça novas possibilidades de rendimento, os investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos. O token XPL caiu significativamente desde seu pico histórico de 1,692 dólares, apresentando alta volatilidade de mercado.
No que diz respeito ao desenvolvimento do ecossistema, a rede Plasma ainda está em estágio relativamente inicial, com aplicações práticas e adoção de usuários em fase de cultivo. Apesar do TVL de 446 milhões de dólares no protocolo Pendle na rede Plasma, essa quantidade está concentrada principalmente nesse protocolo.
Outro risco importante vem da economia do token. Apenas 19,78% do total de XPL está em circulação, com uma grande quantidade de tokens ainda por serem liberados. Essa estrutura de oferta pode exercer pressão contínua sobre o preço, sendo necessária uma adoção significativa do ecossistema para compensar esse efeito.
Resumo
Ao desviar o olhar dos gráficos de velas de curto prazo e focar nos endereços da rede Plasma, que continuam crescendo em número, talvez perceba que o modelo tradicional de mineração já não seja mais a única opção. O aumento silencioso no volume de negociações de XPL na plataforma Gate indica que essa mudança está em andamento.
O TVL dos protocolos DeFi na rede Plasma já atingiu 446 milhões de dólares. Isso reflete tanto a busca ativa dos investidores por alternativas de rendimento quanto uma mudança de paradigma na indústria de criptomoedas, de uma mineração de alto consumo energético para a criação de valor por meio de aplicações.
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Nova opção em tempos de mercado em baixa: Será que a mineração de Plasma pode proporcionar ganhos surpreendentes?
O mercado de criptomoedas passou recentemente por uma rodada de ajuste evidente, com as principais moedas apresentando desempenho fraco de forma geral. O BTC caiu brevemente abaixo do marco de 60.000 dólares na manhã de 6 de fevereiro e, até 10 de fevereiro, permaneceu consolidado próximo de 69.000 dólares.
Os investidores começaram a buscar novas oportunidades de rendimento além do comércio tradicional à vista.
Ao mesmo tempo, as empresas de mineração de Bitcoin estão acelerando sua transformação para centros de dados de computação de alto desempenho, prevendo-se que, até o final de 2026, a proporção de receita de mineração dessas empresas transformadas caia para abaixo de 20%. Nesse contexto, uma nova modalidade chamada “Mineração Plasma” começa a ganhar espaço no mercado.
Estado atual do mercado: os desafios enfrentados pelos caminhos tradicionais de rendimento
A estrutura do mercado está passando por mudanças fundamentais. O relatório da CoinShares aponta que as empresas de mineração de Bitcoin estão acelerando sua transição para centros de dados de alta rentabilidade de computação de alto desempenho.
Ao mesmo tempo, os investimentos de capital de risco (VC) também apresentam uma tendência de concentração de grandes volumes, com recursos direcionados a poucos projetos de destaque. Nesse ambiente de mercado, os retornos das estratégias tradicionais de mineração e negociação estão sob pressão, levando os investidores a buscar novas fontes de rendimento.
Rede Plasma: uma nova blockchain criada especificamente para stablecoins
Plasma é uma blockchain Layer 1 projetada especificamente para transações de stablecoins, cujo valor central inclui transferências de USDT sem taxas, tokens de gás personalizáveis e suporte a pagamentos com privacidade.
Essa proposta visa diretamente o vasto mercado de stablecoins, que atualmente ultrapassa uma oferta total de 310 bilhões de dólares, com um volume de transações mensal atingindo trilhões de dólares.
Ao contrário das blockchains tradicionais, o design do Plasma é mais focado em casos de uso específicos. Essa especialização confere vantagens naturais em aplicações relacionadas a stablecoins, além de fornecer uma infraestrutura única para atividades de “mineração” baseadas em sua rede.
Diferenças essenciais entre mineração Plasma e mineração tradicional
A mineração Plasma não é uma competição de hardware baseada no mecanismo de prova de trabalho tradicional. Ela se assemelha mais a um sistema de recompensa por fornecimento de liquidez e contribuição para o ecossistema.
O token nativo do Plasma, XPL, foi lançado oficialmente em 26 de setembro de 2025, com uma oferta total fixa de 10 bilhões de unidades.
Os usuários podem obter recompensas em XPL ao fornecer liquidez, participar na construção do ecossistema, entre outras atividades. Esse modelo é mais alinhado com a lógica de desenvolvimento de projetos de criptomoedas modernos.
O protocolo DeFi Pendle, que opera na rede Plasma, já possui um valor total bloqueado (TVL) superior a 440 milhões de dólares, demonstrando o apelo da rede para provedores de liquidez. Essa abordagem, que recompensa por fornecer liquidez em vez de consumir muita energia, reduz a barreira de entrada para usuários comuns participarem da “mineração”.
Oportunidades de rendimento: além de recompensas em tokens
As oportunidades de rendimento na ecologia Plasma são múltiplas. O token XPL em si representa um potencial ativo de investimento, atualmente cotado em cerca de 0,1354 dólares.
Investidores podem obter recompensas em XPL ao fornecer liquidez, além de participarem na divisão de taxas de transação. Projetos DeFi dentro do ecossistema aumentam ainda mais o potencial de composição de rendimentos.
A ênfase do Plasma em stablecoins oferece aos usuários oportunidades de rendimento únicas. Seu principal cofre, PlasmaUSD, permite que os usuários depositem fundos em protocolos de empréstimo de alta qualidade, como Aave, para gerar rendimentos.
Essas oportunidades de rendimento são mais diversificadas do que a mineração tradicional e estão mais alinhadas com a tendência de a indústria de criptomoedas evoluir para aplicações práticas.
Riscos e considerações: a incerteza por trás dos rendimentos
Embora a mineração Plasma ofereça novas possibilidades de rendimento, os investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos. O token XPL caiu significativamente desde seu pico histórico de 1,692 dólares, apresentando alta volatilidade de mercado.
No que diz respeito ao desenvolvimento do ecossistema, a rede Plasma ainda está em estágio relativamente inicial, com aplicações práticas e adoção de usuários em fase de cultivo. Apesar do TVL de 446 milhões de dólares no protocolo Pendle na rede Plasma, essa quantidade está concentrada principalmente nesse protocolo.
Outro risco importante vem da economia do token. Apenas 19,78% do total de XPL está em circulação, com uma grande quantidade de tokens ainda por serem liberados. Essa estrutura de oferta pode exercer pressão contínua sobre o preço, sendo necessária uma adoção significativa do ecossistema para compensar esse efeito.
Resumo
Ao desviar o olhar dos gráficos de velas de curto prazo e focar nos endereços da rede Plasma, que continuam crescendo em número, talvez perceba que o modelo tradicional de mineração já não seja mais a única opção. O aumento silencioso no volume de negociações de XPL na plataforma Gate indica que essa mudança está em andamento.
O TVL dos protocolos DeFi na rede Plasma já atingiu 446 milhões de dólares. Isso reflete tanto a busca ativa dos investidores por alternativas de rendimento quanto uma mudança de paradigma na indústria de criptomoedas, de uma mineração de alto consumo energético para a criação de valor por meio de aplicações.