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Sabem, há um momento histórico que considero uma ilustração perfeita de como a intuição pode enganar até as pessoas mais inteligentes. Em 1990, aconteceu algo divertido: uma mulher chamada Marilyn vos Savant, conhecida pelo seu recorde de QI de 228 pontos, publicou na sua coluna do Parade Magazine a resposta a um problema clássico de Monty Hall. E foi aí que tudo começou.
O próprio problema, à primeira vista, parece simples. Imagine: três portas, atrás de uma há um carro, atrás das outras duas, cabras. Você escolhe uma porta, depois o apresentador abre uma das restantes e mostra uma cabra. A questão é: vale a pena trocar de porta? A intuição grita que não, a probabilidade é 50/50, certo? Mas Marilyn vos Savant respondeu: sim, é preciso trocar. E isso causou uma revolta.
Recebeu mais de 10 mil cartas em resposta. Quase mil delas de pessoas com doutoramentos. E cerca de 90 por cento dessas pessoas garantiam que ela estava enganada. Imaginem só? Pessoas com formação superior contra uma colunista. Mas ela tinha razão.
Por quê? Porque a probabilidade não funciona exatamente como a nossa intuição sugere. Se você troca de porta, suas chances de ganhar o carro são 2 em 3. Se mantém a sua escolha, apenas 1 em 3. Não é filosofia, é matemática. MIT realizou simulações por computador, MythBusters fizeram experimentos. Todos confirmaram a resposta dela.
E a própria Marilyn vos Savant? Uma pessoa interessante. A infância foi difícil, ela até precisou abandonar a Universidade de Washington para ajudar no negócio da família. Mas, em 1985, lançou sua coluna Ask Marilyn, que acabou por lhe trazer fama. E esse momento com Monty Hall tornou-se seu maior triunfo, embora muitos não tenham entendido na época.
Toda essa história mostra algo importante: a diferença entre o que sentimos e o que realmente existe. O problema de Monty Hall continua sendo um dos melhores exemplos de por que a teoria das probabilidades é tão traiçoeira e por que precisamos confiar mais na lógica do que na intuição.