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Parece que as autoridades reguladoras da Índia começaram a implementar um sistema de supervisão mais rigoroso no mercado de ativos criptográficos. De acordo com as novas regras divulgadas pela Unidade de Inteligência Financeira (FIU) em janeiro, será introduzido um processo de verificação de identidade bastante rigoroso.
A carga para os usuários também aumentou. Além de confirmar a sua identidade com uma selfie ao vivo, será obrigatório apresentar vários documentos, como passaporte, carta de condução e comprovativo de identidade local. A verificação da conta bancária também será feita através de uma carga mínima de um rúpia. Para clientes de alto risco, uma avaliação reforçada será realizada a cada seis meses.
Uma grande restrição para as exchanges de criptomoedas na Índia foi a proibição de ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas) e a proibição do uso de mixers ou tumblers, que dificultam o rastreamento das transações. Todas as plataformas deverão estar registadas na FIU, reportar transações suspeitas e manter os dados dos utilizadores por cinco anos.
O contexto dessas diretrizes tem como objetivo claro combater a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo. As autoridades consideram que ICOs e ITOs apresentam riscos “altos e complexos”.
A Índia classifica as criptomoedas como “ativos digitais virtuais” sujeitos à lei do imposto de renda, permitindo que os cidadãos comprem e vendam através de plataformas de registo na FIU, mas não autorizando o seu uso como meio de pagamento.
Ao observar esses movimentos regulatórios, fica claro o quão cautelosa é a postura da Índia em relação às criptomoedas, especialmente em um mercado de grande porte.
Por outro lado, o token WLFI da World Liberty Financial, ligado a Trump, tem passado por uma forte turbulência recentemente. A estratégia de empréstimo na plataforma DeFi Dolomite gerou controvérsia, levando a uma queda de 12%. Isso ocorreu após a revelação de que a empresa usou seu próprio token de governança como garantia para tomar emprestado stablecoins, pressionando o fundo do pool.
A empresa afirma que atua como “tomadora de garantia” para gerar rendimento para terceiros, podendo evitar liquidações ao depositar mais WLFI. No entanto, críticos alertam que isso aumenta o risco de ciclos viciosos. A queda do preço do WLFI reduziu a capacidade de empréstimo, concentrando a garantia em tokens depreciados, enquanto o Banco do Governo está comprando de volta, assumindo perdas não realizadas.