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Lembro-me de quando comecei na cripto, fui inundado por uma onda de siglas e jargões que não entendia. FOMO, HODL, ATH — parecia que todos falavam uma língua diferente. Mas depois percebi: não são apenas palavras, é uma cultura que ajuda a comunidade a trocar ideias rapidamente. Vamos entender os principais termos que encontramos a cada passo.
Começando pelos mais frequentes: FOMO — é literalmente medo de perder a oportunidade. Quem já olhou pelo menos uma vez o gráfico de uma moeda que disparou após sua venda, conhece esse sentimento. HODL — é, na verdade, um erro ortográfico que se popularizou. Alguém escreveu, em vez de hold — hodl, e a comunidade adotou como estratégia: simplesmente segure e não entre em pânico. GM e GN nas redes sociais — são apenas bom dia e boa noite, mas na cripto é um ritual completo.
Agora sobre o estado do mercado. Mercado em alta — é quando os preços sobem, todos sorriem, lfg é a energia que paira no ar. Mercado em baixa — o oposto, tudo cai, o humor no chat fica sombrio. ATH (máximo histórico) e ATL (mínimo histórico) — são recordes máximos e mínimos. Se uma moeda já valeu 100 dólares e agora vale 10, isso já não é ATH.
Existem personagens no mercado — os whales. São investidores com carteiras enormes, capazes de influenciar o preço com um único movimento. Quando o whale começa a vender, todo o mercado sente. Pump and Dump — é uma manipulação, quando o preço é artificialmente elevado e depois rapidamente descarregado, deixando os novatos no prejuízo. Não é jogo limpo, é preciso cuidado.
Agora, sobre tecnologia. DeFi — finanças descentralizadas, é um ecossistema onde você é seu próprio banco. Staking — você bloqueia seus tokens e recebe recompensas por participar na rede. Mining — é a mineração de criptomoedas através de cálculos. Liquidity pools — quando usuários depositam tokens em um pool para facilitar a negociação na DEX. Yield farming — tentar extrair o máximo de rendimento dos protocolos DeFi.
ICO — oferta inicial de moedas, foi uma forma de projetos arrecadarem fundos na fase inicial. DEX — exchange descentralizada, sem intermediários, tudo por contratos inteligentes. CEX — exchange centralizada, como Gate, onde há pessoas reais gerenciando a plataforma. Fiat — dinheiro tradicional, emitido pelo Estado.
Com carteiras, é preciso cuidado. Chave privada — é sua senha, nunca compartilhe. Se for roubada, seus cripto também serão. Chave pública — é seu endereço, pode passar para todos. Contratos inteligentes — programas que executam automaticamente condições. No Ethereum, permitem criar aplicações descentralizadas inteiras.
Gas fees no Ethereum — taxa para realizar transações. Quando a rede está congestionada, as taxas sobem às alturas. NFT — tokens não fungíveis, ativos digitais únicos. Rug Pull — quando os desenvolvedores do projeto pegam o dinheiro dos investidores e desaparecem. É fraude, deve-se evitar.
Liquidez — quantidade de dinheiro pronta para comprar ou vender um ativo. Luna e lunar — quando o preço dispara para cima, às vezes até à lua. Shill — quando alguém promove ativamente um projeto, muitas vezes sem análise crítica. Rekt — quando você sofre uma grande perda. DYOR — faça sua própria pesquisa, essa é a regra principal.
FUD — medo, incerteza e dúvida. Quando espalham informações negativas, muitas vezes infundadas. BTD (buy the dip) — compre na baixa, quando o preço cai. APY — rendimento anual, importante para staking e farming. TVL — valor total bloqueado, indicador do tamanho dos projetos DeFi.
KYC e AML — regras contra lavagem de dinheiro. DAO — organização autônoma descentralizada, gerida pela comunidade via votação. CBDC — moedas digitais dos bancos centrais, o futuro que já está chegando.
Nível 1 — blockchains básicos como Bitcoin e Ethereum. Nível 2 — soluções de escalabilidade, como Arbitrum, Optimism, Base. Elas funcionam mais rápido e barato. Cross-chain — interação entre diferentes blockchains. Oracle — sistemas que fornecem dados reais para contratos inteligentes. Airdrop — distribuição gratuita de tokens, sempre bom receber.
Soft-fork — atualização compatível com versões antigas. Hard-fork — atualização que divide a cadeia. Recompensa por bloco — o que os mineradores recebem. Velocidade de hashing — medida da potência da rede. Satoshi — menor unidade de Bitcoin, 100 milhões de satoshis equivalem a 1 BTC. Gwei — unidade do Ethereum. Seed phrase — frase de palavras para recuperar a carteira, guarde como ouro.
Sobre a classificação de moedas. Altcoins — tudo que não é Bitcoin. Surgiram para melhorar funções ou adicionar novas possibilidades. Ethereum introduziu contratos inteligentes, outras moedas focam em velocidade ou taxas. Cada uma tenta resolver seu problema.
Shitcoins — altcoins sem valor real. Sem inovação, equipe ou planos. O preço é sustentado apenas por especulação e hype. Alto risco, muitas vezes fraude. Mas às vezes, shitcoins se tornam moedas de ouro, se a comunidade as apoia.
Mem coins — criptomoedas criadas a partir de memes da internet. Dogecoin — exemplo clássico, inicialmente uma brincadeira com o Shiba Inu. Depois, Elon Musk apoiou, e ganhou uma comunidade real. Agora há SHIB, PEPE e outros. Mem coins são voláteis, dependem do humor da comunidade e tendências online, mas alguns se tornaram projetos sérios.
Golden dog — meme coin que virou popular e recebeu apoio. Earth dog — quando a moeda está começando, desconhecida, arriscada. A diferença é se a comunidade a reconheceu.
Air coins — criptomoedas sem fundamento, sem uso real. O valor depende só do barulho. Sem transparência, risco alto de manipulação. Podem desaparecer rápido. Antes de investir em qualquer moeda, faça sua pesquisa e avalie os riscos. Não confie em promessas vazias, olhe para a tecnologia, equipe e comunidade. Essas são regras básicas para sobreviver na cripto.