Então, tenho acompanhado atentamente os últimos desenvolvimentos sobre a questão ucraniana e, francamente, a situação está a complicar-se cada vez mais. Zelensky anunciou que deverá haver uma reunião trilateral entre Ucrânia, Estados Unidos e Rússia dentro dos próximos dez dias aproximadamente. O que me impressiona é como o presidente ucraniano continua a salientar que não basta um simples cessar-fogo, mas garantias de segurança concretas.



Entretanto, a União Europeia não está de braços cruzados. Os líderes europeus visitaram Kyiv e Ursula von der Leyen confirmou o apoio contínuo à adesão da Ucrânia à UE. É um sinal bastante claro de onde a Europa pretende posicionar-se nesta questão.

Mas aqui está a parte mais controversa: segundo informações do Serviço de Inteligência Estrangeira russo, Reino Unido e França estariam a avaliar a possibilidade de fornecer armamento nuclear à Ucrânia. Putin, naturalmente, reagiu mal, acusando os adversários de provocarem tensões e de sabotarem as negociações. Por outro lado, o porta-voz do Kremlin, Peskov, sustenta que a Rússia permanece disponível para avançar com o processo de paz.

No geral, parece que os Estados Unidos e a Rússia continuam a mover-se em trilhos paralelos, com a Europa a tentar encontrar o seu caminho no meio. Os próximos dez dias podem ser realmente decisivos para entender para onde esta situação irá.
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