
Prefácio: Transformando Barreiras Invisíveis em Conexões Verificáveis
Na última década, os ativos digitais passaram da marginalidade para o centro das atenções. Para instituições e investidores de alto patrimônio, o principal desafio não é mais se devem participar, mas como equilibrar conformidade, segurança, eficiência e transparência.
- A negociação de criptomoedas e o TradFi permanecem isolados, impedindo o uso unificado de margem e a transferência contínua de capital entre os mercados.
- Os ativos estão fragmentados entre custodiantes e bolsas de valores, resultando em perdas de eficiência ocultas.
- Os padrões de avaliação, compensação e resgate são inconsistentes, o que aumenta a complexidade da gestão de riscos.
A Gate SuperLink existe para transformar essas "paredes invisíveis" em uma rede Link verificável, operacional e auditável, permitindo que o valor flua de forma integrada e eficiente entre moedas fiat, criptomoedas e mercados tradicionais.
I. Gate SuperLink — Uma Rede de Links Garantida por Três Certezas
O Gate SuperLink consiste em seis links interconectados, projetados para usuários institucionais e profissionais, permitindo fluxos de valor de ponta a ponta em moedas fiat, criptomoedas e TradFi. Seu cerne se baseia em três certezas:
- Certeza regulatória e de custódia. Utilizamos estruturas de custódia bancária consolidadas para garantir a conformidade dos ativos e o isolamento em caso de falência. Nesse modelo, os ativos podem permanecer sob custódia regulamentada enquanto são monetizados para atividades de câmbio por meio de garantia, ou os clientes podem optar pela autocustódia quando apropriado para preservar o controle e a segurança.
Certeza de eficiência. Ao unificar a agregação de margem e lucro, encaminhar a custódia fora da bolsa para a execução na bolsa e reutilizar ativos RWA remunerados como margem, o Gate SuperLink converte capital ocioso em liquidez disponível para uso.
- Certeza de transparência. Procedimentos padronizados de assinatura/resgate, conciliações e relatórios criam uma estrutura operacional e de divulgação auditável e reproduzível que abrange diversos mercados.
Os seis links — Garantia Bancária em Moeda Fiat para Negociação de Criptomoedas, OES/Custódia de Terceiros, GUSD e RWA, Serviços TradFi, Cross EX e a Plataforma de Gestão de Ativos — não são produtos independentes. Juntos, eles formam uma rede de infraestrutura que entrelaça regras, capital e informação em um todo coeso.
II. Metodologia de projeto: da "engenharia financeira" à "infraestrutura pública"
O Gate SuperLink foi projetado como uma infraestrutura financeira pública.
- Prioridade à regulamentação – O licenciamento e a adequação à jurisdição têm precedência sobre as métricas de crescimento.
- Segregação de ativos como princípio básico – Os ativos dos clientes são isolados do capital da plataforma; a custódia fora da bolsa garante que os "ativos não migratórios" ainda possam ser negociados na bolsa.
- Auditabilidade e reprodutibilidade como padrões – A verificação independente do NAV, os relatórios unificados e os processos de compensação conciliados estabelecem rastros operacionais verificáveis.
- Eficiência como objetivo do sistema – Maximizar o uso do capital em todas as margens e em todos os lucros.
- Abertura e modularidade como princípios de design – Bancos, custodiantes, cofres RWA, corretoras e diversas bolsas de valores se conectam por meio de interfaces padronizadas e plugáveis.
- Transparência de risco em todas as etapas – Os índices de garantia, os coeficientes de deságio, os limites de liquidação e os prazos de resgate são divulgados antecipadamente, garantindo que todos os participantes operem dentro de parâmetros previsíveis.
III. Os Seis Elos: Participantes, Caminhos, Controles de Risco e Valor
1) Penhor de moeda fiat com garantia bancária para negociação de criptomoedas (moeda fiat → exchange): A ligação entre ativos fiduciários e negociação de criptomoedas
- Participantes: Instituições, escritórios familiares e indivíduos de alto patrimônio líquido que detêm poder fiduciário sujeito a restrições regulatórias.
- Caminho: Os ativos permanecem em bancos/corretoras regulamentadas (por exemplo, Swissquote) como garantia; a negociação e a liquidação ocorrem na Gate, formando um modelo em camadas do tipo "moeda fiat permanece no banco, a negociação ocorre na bolsa".
- Controles de Risco: Índices de garantia, limites de liquidação, isolamento em caso de falência, KYC/AML e limites de linha de crédito.
- Valor: Os investidores podem manter os retornos de ativos fiduciários sob custódia tradicional, ao mesmo tempo que desbloqueiam o acesso aos ganhos do mercado de criptomoedas, com riscos operacionais e de contraparte mais controláveis.
Um banco digital regulamentado na Suíça descreveu esse modelo como "uma ponte entre as estruturas de risco da banca tradicional e os mercados digitais de última geração, permitindo que o capital em conformidade com as normas acesse o futuro da infraestrutura financeira".
2) Serviço de Custódia de Terceiros/OES (Custódia → Execução): A Ligação entre Ativos Fora da Bolsa e Negociação na Bolsa
- Participantes: Fundos, formadores de mercado, corretoras que exigem "custódia não migratória".
- Caminho: Os ativos permanecem com custodiantes como BitGo, Copper ou Fireblocks; a execução e a liquidação ocorrem na Gate por meio de roteamento seguro, políticas de assinatura e fluxos autorizados.
- Controles de Risco: Assinaturas múltiplas/assinaturas com limite, autorização dupla, endereços em lista branca, registros de auditoria e vinculação da custódia à execução.
- Valor: Custódia independente e liquidez em bolsa combinadas, proporcionando auditabilidade, segurança e conformidade em um circuito fechado.
Os provedores de custódia enfatizam: "Segurança e auditabilidade são pré-requisitos para a movimentação de capital."
3) GUSD e RWA (Rendimento → Margem): A Ligação entre o Rendimento RWA e a Margem da Câmbio
- Participantes: Instituições e traders profissionais que buscam eficiência em rendimento e margem.
- Caminho: Moedas fiat/stablecoins → Subscrição em GUSD (garantida por ativos ponderados pelo risco, como títulos do Tesouro) → obtenção de rendimento base → reutilização como margem/liquidez na Gate.
- Controles de Risco: Tipos e prazos de ativos, NAV independente, prazos de resgate/liquidação, reservas de liquidez, gestão de correlação.
- Valor: A fusão da "base de rendimento" com a "utilidade da margem" aumenta significativamente a eficiência do capital.
Uma equipe parceira da RWA observou: "Incorporar o rendimento dos títulos do Tesouro ao Web3 e reutilizá-lo nas negociações reduz drasticamente os custos de financiamento."
4) Serviços TradFi (Garantia em Criptomoedas → Ações/FX/Ouro): A Ligação entre Criptoativos e Mercados Tradicionais
- Participantes: Instituições e clientes de varejo que possuem criptomoedas, mas buscam exposição a ações, câmbio e commodities.
- Caminho: Criptomoedas oferecidas como garantia → crédito concedido → acesso a ações, câmbio e metais por meio de parcerias com corretoras (ex.: TMGM).
- Controles de Risco: Descontos progressivos, buffers de volatilidade, chamadas de margem, gatilhos de liquidação forçada, restrições jurisdicionais.
- Valor: Desbloqueia a liquidez do TradFi usando garantias em criptomoedas, ampliando as opções de estratégia e as fontes de receita.
Um corretor líder comentou: "Conectar criptoativos com a liquidez do mercado tradicional desbloqueia uma eficiência significativa e uma profundidade estratégica."
5) Cross EX (Margem e Lucro Unificados): A Conexão entre Múltiplas Bolsas
- Participantes: Formadores de mercado institucionais, empresas de análise quantitativa, mesas de arbitragem/hedge.
- Caminho: Integração de API única em várias corretoras com Margem Unificada e Lucro Unificado.
- Controles de Risco: Regras de risco alinhadas, gerenciamento de latência, roteamento de failover e interoperabilidade de compensação.
- Valor: Consolida garantias fragmentadas em um único "fundo de capital" e unifica os lucros em uma única conta, aumentando drasticamente o giro de capital e reduzindo os custos operacionais.
Análises técnicas internas concluíram: "Quando várias transações são processadas no mesmo horário, os ganhos de eficiência tornam-se imediatamente visíveis."
6) Plataforma de Gestão de Ativos (Investidor ↔ Gestor, NAV Independente): A Ligação entre Gestores e Investidores
- Participantes: Gestores de ativos, equipes quantitativas, escritórios familiares, indivíduos de alto patrimônio líquido.
- Caminho: Integração de estratégia/produto → cálculo do NAV por terceiros → estruturas padronizadas de assinaturas/resgates e taxas → divulgações regulares.
- Controles de risco: Separação entre custódia e corretora, NAV independente, divulgações padronizadas, auditorias, comprovação de reservas.
- Valor: O NAV neutro + resgate padronizado transforma a transparência na base da colaboração institucional.
Auditores independentes enfatizam: "O valor patrimonial líquido neutro e os relatórios verificáveis são a linguagem comum da cooperação institucional."
4. Principais Diferenciais em Relação às Soluções Existentes no Mercado
- Unificação dupla de lucro e margem – Não se trata apenas de conectividade entre múltiplas bolsas de valores, mas sim de eficiência de capital incorporada em nível de sistema.
- Roteamento de Custódia com Migração Zero – Os ativos permanecem com custodiantes externos, mas podem ser executados na bolsa, evitando o dilema entre conformidade e liquidez.
- Base de rendimento RWA reutilizável – Os ativos que geram rendimento podem ser reutilizados como margem (sujeito à jurisdição e elegibilidade), reduzindo os custos de capital.
- NAV independente e resgates padronizados – Incorporando confiança nos processos desde o início, sem depender de divulgações posteriores ao evento.
V. Roteiro (Implementação Faseada)
- Fase 1: Penhor de moeda fiat com garantia bancária para negociação de criptomoedas, custódia OES e integração Cross EX; divulgação padronizada de NAV e relatórios.
- Fase 2: GUSD e RWA habilitados para reutilização de margem em regiões compatíveis; Plataforma de Gestão de Ativos com assinatura/resgate padronizados.
Fase 3: Colaboração expandida em múltiplos ativos no mercado financeiro tradicional (TradFi), parâmetros de risco unificados em todos os mercados; crescimento do ecossistema e padronização dos resultados de dados.
Conclusão: Construa as conexões e os fluxos virão
O Gate SuperLink não se resume a seis linhas de produtos, mas sim a uma infraestrutura pública para transferência de valor. Quando a conformidade, a eficiência e a transparência estão incorporadas ao nível do sistema, as instituições e os usuários deixam de debater "se devem entrar" e começam a perguntar "como entrar melhor". Esta é a nossa resposta para a próxima geração de infraestrutura financeira — e o nosso compromisso de longo prazo com o futuro do setor.
Equipe Gate
26 de setembro de 2025
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