FATF alerta que stablecoins se tornam a principal ferramenta para transações ilegais, chamando a atenção para a necessidade de reforçar a supervisão dos emissores

A PANews noticiou a 4 de março que, segundo a CoinDesk, a agência internacional de normalização contra a branqueamento de capitais, o GAFI (Força-Tarefa de Ação Financeira), emitiu um relatório alertando que as stablecoins se tornaram os ativos virtuais mais amplamente utilizados em transações ilegais e apelou a uma supervisão mais forte dos emissores. O relatório citou dados da Chainalysis como indicando que as stablecoins representaram 84% das transações ilícitas de ativos virtuais em 2025, envolvendo 154 mil milhões de dólares. De acordo com o relatório da TRM Labs, entidades ilícitas receberam 141 mil milhões de dólares em stablecoins em 2025, um máximo de cinco anos, e as atividades relacionadas com sanções representaram 86% dos fluxos ilícitos de capital cripto. Atores como o Irão e a Coreia do Norte estão a usar stablecoins como o USDT para financiar a proliferação de armas de destruição maciça e para efetuar pagamentos sancionados transfronteiriços. O GAFI alerta que as transferências peer-to-peer através de carteiras não custodiais são vulnerabilidades críticas que podem contornar os controlos anti-branqueamento de capitais. O GAFI insta os países a impor obrigações anti-branqueamento de capitais aos emissores de stablecoins e a considerar exigir que tenham capacidades de congelamento de carteiras, restringindo certas funções dos contratos inteligentes. A capitalização de mercado atual das stablecoins ultrapassou os 300 mil milhões de dólares.

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